OS FILHOS DE EL TOPO Vol.1: CAIM (Jodorowsky/Ladronn)

A continuação de um filme de culto em banda desenhada! No árido Oeste, El Topo foi um bandido que, ao abrir as portas do seu coração, se tornou um santo, chegando a realizar grandes milagres. Teve dois filhos, de duas mulheres diferentes. Figura funesta de couro negro a deambular pelo deserto, Caim, o maldito, jurou matar o pai, a quem nunca perdoou.

IDIOMA
  • PORTUGUÊS
FORMATO
  • FRANCO-BELGA
16,51 €
Quantidade
Disponível

  • Política de segurança: dados do cliente encriptados e protegidos ao abrigo do RGPD Política de segurança: dados do cliente encriptados e protegidos ao abrigo do RGPD
  • Política de entrega: entre 24 a 48h após confirmação do pagamento Política de entrega: entre 24 a 48h após confirmação do pagamento
  • Política de devolução: até 14 dias após realização da encomenda Política de devolução: até 14 dias após realização da encomenda

A continuação de um filme de culto em banda desenhada!

No árido Oeste, El Topo foi um bandido que, ao abrir as portas do seu coração, se tornou um santo, chegando a realizar grandes milagres. Teve dois filhos, de duas mulheres diferentes. Figura funesta de couro negro a deambular pelo deserto, Caim, o maldito, jurou matar o pai, a quem nunca perdoou. Incapaz de levar a cabo a sua vingança, decide então voltar a atenção para o seu meio-irmão Abel. E neste oeste selvagem, tingido de misticismo, aqueles que cruzarão o seu caminho serão as vítimas colaterais…

Foi no início dos anos 1970, à meia-noite em ponto, durante um festival de cinema, que o casal de vedetas, John Lennon e Yoko Ono, projecta El Topo de Alejandro Jodorowski. Imediatamente celebrado pela crítica e pelas maiores estrelas de rock da época, o filme dá origem à corrente Midnight Movies e gera um verdadeiro culto entre os cinéfilos do mundo inteiro. Ainda hoje ele não perdeu nada da sua grandeza e do seu estatuto de obra mítica. Quase meio século depois, Alejandro Jodorowski decide contar a continuação… em banda desenhada. Graças ao traço virtuoso de José Ladrönn, dá-nos um western alegórico e surrealista, onde, como é frequente no genial criador chileno, o género está ao serviço de considerações filosóficas e espirituais mais profundas.

Alejandro Jodorowski, artista polivalente, é um dos maiores argumentistas de banda desenhada, com contribuições maiores nos géneros do fantástico e da ficção científica e na criação de universos místicos inesquecíveis. Simultaneamente escritor, argumentista e poeta místico, Alejandro Jodorowski nasceu a 17 de fevereiro de 1929 em Iquique, uma pequena cidade chilena. Filho de emigrantes judeus russos em fuga aos pogroms. Deixou o Chile em 1951, indo para Paris. Aí frequenta os surrealistas, escreve rábulas para o Mimo Marceau e também para Maurice Chevalier. Criou o grupo Panique com Roland Topor e Fernando Arrabal, movimento artístico provocador e burlesco, em 1962. Em 1965, Jodorowski vai viver uma dezena de anos no México. Aí roda dois filmes, El Topo e La Montagne Sacré. Lá inicia também a sua carreira de argumentista de banda desenhada, criando a personagem Anibal 5, desenhada por Manuel Moro. Em 1978, Jodorowski e Moebius assinam juntos o seu primeiro álbum comum, Les Yeux du Chat, e é dois anos mais tarde que se lançam em Les Aventures de John Difool. Jodorowski depressa se tornará um dos mais célebres argumentistas de banda desenhada com as séries Alef-Thau (como Arno), Le Lama Blanc, o remake de Anibal 5 e Juan Solo (com Georges Bess), John Difool avant l’Incal (com Zoran Janjetov), Face de lune (com Boucq), La Caste des Méta-Barons (com Juan Gimenez), para citar apenas alguns… Jodorowski recebeu o Alph’art de Melhor Argumento em 1996, em Angoulême, pelo primeiro volume de Juan Solo. Criou, em 2001, a série de sucesso Bouncer, desenhada por Boucq, cujos volumes 8 e 9 são publicados pela Arte de Autor. Em 2004, começou a aparecer, na Albin Michel e depois na Glénat, a série Borgia, desenhada por Manara. Em 2008, termina a séria Megalex, e inicia um novo ciclo de Alef-Thau, com o desenhador Marco Nizzoli. A partir de 2010, realiza com o desenhador chinês Dongzi Liu a sua nova série Sang Royal, cujo terceiro volume apareceu em 2013. Em setembro de 2019, a Arte de Autor edita a saga Os Cavaleiros de Heliópolis, volume 1 e 2, com desenhos de Jérémy.

José Ladrönn nasceu no México, em 1967. Entre as leituras que o marcaram, cita as Fables Paniques de Jodorowsky ou o Necromicon de H.R. Giger, mas também L’Incal de Jodorowsky e Moebius (que é, para ele, uma obra mágica). Para além da banda desenhada, consagra uma boa parte do seu tempo a uma outra paixão: a pintura. Pinta obras gigantescas, terríveis, sobrenaturais. Em 1996. começa a trabalhar para a Marvel com uma história curta de Blade. Seguir-se-ão Spider-Boy, Cable, Thor, Fantastic Four, e Inhumans, entre muitos outros trabalhos para numerosos editores. Perdidas todas as ilusões perante o ritmo alucinante imposto pelo sistema de produção editorial norte-americano, rompe com os grandes grupos e trabalha para uma publicação independente: Hip Flask. Durante o ano 2000, em Los Angeles, teve um encontro miraculoso como Jodorowski, de onde sairá a história curta Les Larmes d’or que apareceu no Metal Hurlant n.º 145 em 2004, mas também a realização de um sonho: retomar a personagem de John Difool para um novo ciclo de aventuras. Renova a sua colaboração com o autor chileno, em 2008, para o ciclo Final Incal nos Humanoïdes Associés.

Os Filhos de El Topo 1: Caim

Alejandro Jodorowsy & José Ladrönn

Editora: Arte de Autor

Páginas: 64, a cores

Encadernação: capa dura

Formato: 232 x 310 mm

ISBN: 978-989-54326-8-4

PVP: 17,50€

3 Itens

Referências específicas

ean13
9788416510894

outras sugestões de interesse

KINGPIN BOOKS é uma marca registada | ©2021 todos os direitos reservados

Todos os preços incluem IVA à taxa legal em vigor

Aceito

Este website utiliza cookies para melhorar o serviço prestado ao nosso cliente. Para saber mais clique aqui.